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BRASIL, Nordeste, JOAO PESSOA, MANGABEIRA, Mulher


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Musical

 

nos dias em que me sinto azul

você me orquestra

por controle remoto.

 

Dira Vieira

 

http://madamemin.zip.net/



- Postado por: Zezé Limeira às 08h45 PM
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Prostitutas

 

Em Marajó, em São Paulo,

descendo o Rio São Francisco,

as putas do lugar são meninas

boiando sonhos perdidos

rumo ao intangível mar.

Nunca lá chegarão.

São apenas prazeres de ocasião.

Aos céus rezarão:

__"Pai, somos gente!"

Não são não! São putas de ocasião,

disse o padre, o juiz e o prefeito ladrão.

E Deus? Sei não...sei não...

Anda tão calado ultimamente...

 

Douglas Mondo

 

http://www.douglasmondo.com.br/

 

 

 

 



- Postado por: Zezé Limeira às 02h13 AM
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QUANDO AS PESSOAS MORREM

Maria José Limeira

 

Ao amigo Jório Machado, in memoriam

 

Quando as pessoas que a gente gosta morrem,

é como se acontecesse uma grande injustiça.

Se alguém teria que falecer,

por que tem que acontecer

logo com o amigo que a gente ama?

No rastro da morte, há ausência, saudade e indignação.

Fica um grande rombo em nosso coração.

A gente olha para as paredes, os quatro cantos da

casa.

Fica se lembrando como tudo era antes de acontecer,

e não consegue.

Perde a memória. Dá um branco na mente. Bloqueia tudo.

E a gente fica triste, sem saber por quê.

Por que será, que estou tão triste assim,

pelo amigo que foi embora, e está morto,

quando pior, muito pior do que isto, é saber que perdi

aquele outro amigo, que continua vivo?

 



- Postado por: Zezé Limeira às 01h57 AM
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CÓDIGOS MORCEGAIS
Maria José Limeira

Para Joaquim Evónio

Sem comunicação,
mandei mensagem
em código,
nas asas do morcego,
que a entregou no destino
em chip:
-bip-bip-bip!



- Postado por: Zezé Limeira às 10h34 PM
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FOFOCA INÚTIL

Maria José Limeira

 

Comadre,

diga ao compadre

que desisti

de me casar com ele.

É que não sou mais

virgem.

 

E já pensou na hora

em que ele descobrisse? 

...........

 

HIPOCRISIA AMIGA

Maria José Limeira

 

Compadre,

avise à comadre

que a barata

está subindo

pela perna dela.

 

Já pensou

o que essa barata

vai fazer

quando atingir

o alvo? 



- Postado por: Zezé Limeira às 12h50 AM
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O QUE EU MAIS GOSTO NO SEXO

Maria José Limeira

 

Na hora do sexo, todos os pecados são cabeludos.

Se Cristo me dissesse “Vai, e não peques mais”, ainda assim eu pecaria.

Quando as pernas se entrançam, os pêlos crescem.

Cabelos molhados umedecem o sexo.

Novelo de linha preta é sinal de luto?

Cabelo vermelho e pelo-fumaça: incêndio na floresta.

Um pênis ereto e a vulva que o recebe: será esta a melhor solução?

Quando vejo homem charmoso, fico imaginando o que ele é capaz de fazer na cama.

Quando sombra anoitece, outro corpo encosta de mansinho, e a gente esquece.

Amor que recorta descaminhos nos rouba a paz.

No meu corpo gelado, ninguém toca mais.

Ainda ressoa dentro de mim teu último desejo.

Quantas vidas eu tiver, serei a mesma mulher apaixonada.

Quando meu namorado me mandou embora, arranjei outro na hora.

Cama abriga sono e gozo. Nasce filho todo ano.

Distribui pernas entre vários amantes.

Viça rosa no jardim. Viço eu. Viça você. Viçamos.

Quando tua língua desliza em minha barriga, instiga.

Teu corpo enche meu espaço, que outro deixou ausente.

Homem só presta duro.

Quando teu sexo entra em mim, colhemos madrugada. Teus dedos no meu corpo recolhem rosa doada.

Quando termina ato sexual, homem é enxurrada. Mulher, madrugada.

Ao final do caso, homem esquece. Mulher envelhece.

Quando amor começa, homem se excita. Mulher ressuscita.

Desejo em segredo masturba o medo.

Cama range, quando as pessoas se amam.

Mulher quando ama faz comida na cozinha. Na cama, grita.

Pedi a Deus regeneração. Ele disse: - Não!

Quero voltar a chorar e orar. Os homens não deixam!

Sexo é como livro. Tem que ser usado, lambido e gozado.

É bom sonhar com príncipe encantado. Apesar do cadeado.

Na via pública, desfilam todos os objetos sexuais.

Gozo múltiplo faz bem ao coração.

O que mais gosto no sexo é a oralidade.

 

 



- Postado por: Zezé Limeira às 04h53 PM
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MIMOS, VAGIDOS, MOSTOS & OUTRAS RUTILÂNCIAS

Maria José Limeira

 

(Ao amigo Marcus Aranha)

 

Em tuas mãos em concha se revolvem

pequenos mimos de desvãos-vagidos.

Antes que mundos sejam, a ti comovem

fetos, mostos, iniciais balidos.

 

Em teus desvelos, hora de chegada.

Em tua angústia, tempo que se faz.

Em teus apelos soa alvorada

Em tuas rutilâncias, samba e jaz.

 

Pois mágico da vida em rito és

testemunha do que surge primeiro.

No escuro da procela do convés,

serenas o espasmo-desespero.

 

Embora assim te julgues tão urgente,

e tão depressa chegues à entrada,

te esgueiras depois em voz silente,

e quem fique continue jornada.

 

Podem muitos esquecer-te vida a fora.

Outros ficarem a ti indiferentes.

Mas, em mim estás presente agora,

entre húmus, seivas, terras quentes.

 

Pois quando precisei, tu me amparaste.

Quando sofri, curaste minhas dores.

Quando caí, tu me levantaste.

Eu era triste, tu me deste cores.

 

Que te ergas, então. Apressa os passos,

para acolher a ti mesmo em alegria,

pois não te faltarão os meus abraços.

Embora noite, ainda nasce o dia.

 

João Pessoa-PB

Em 20.01.2006

 



- Postado por: Zezé Limeira às 01h05 PM
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     _ saltério _ 

                             

  ( para Maria José Limeira)

                                          

  qual  asas  do vento sul  nas  tardes  de chover

  soprando a face  das horas últimas : um poema

                                          canção de esquecer

                                              

  qual oitavas de sol a sol nas liras  de entristecer

   velando o adeus do minuto derradeiro:um poema

                                        réquiem de bem morrer

                                                         

qual prece de espanto  na plenitude do nada:

                                      - o travo do tempo!

 

Amina Ruthar

RJ- 20/01/2006

                                             

http://aminaruthar.blogspot.com



- Postado por: Zezé Limeira às 12h12 AM
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Na hora do sexo, todos os pecados são cabeludos.

(Maria José Limeira)



- Postado por: Zezé Limeira às 11h08 PM
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FOLHETINS DA SOLIDÃO

 (Carlos Assis, Maria José Limeira, Belvedere)

----------

 

poema de uma linha

  (Carlos Assis)

 

tão só eu estava que não via ninguém

 ----------

 

POEMA DE VÁRIAS PERNAS SÓS

Maria José Limeira

 

Era tão grande a solidão

que se dividia em ecos

retumbando no deserto:

ão...ão...ão...ãããooo...

-----------

 

Hoje acordei

cheia de saudade

de mim...

 

Belvedere

----------

 

AI, AI, AI...

Maria José Limeira

 

Quando a saudade

foi embora,

dobrando a primeira

esquina,

pensei dentro de mim:

-Ai, ai, ai...

Com quem eu vou conversar

agora,

quando estiver

triste assim?

 



- Postado por: Zezé Limeira às 06h38 AM
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PÊNIS

 

O que é mais importante no pênis:

o tamanho?

a espessura?

a densidade?

o comprimento?

ou o desempenho?

Veja:

 

http://oficinaliteraria.zip.net

 

Saludos!

Maria José Limeira



- Postado por: Zezé Limeira às 01h07 AM
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CIRANDA POÉTICA

Maria José Limeira & Amigos

............................

 

CENA URBANA

Maria José Limeira

 

Na avenida principal,

atravessar a rua

é um ato

conseqüente. 

 

 

ENTRE QUATRO PAREDES

Hilton Junior

 

Triste é amar sozinho

É ter nas mãos a carne

E na cabeça o pensamento

recheado de sonhos

impossíveis



- Postado por: Zezé Limeira às 12h12 AM
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Ciranda - Cont.

AMOR UNI-LATERAL

Maria José Limeira

 

Quem ama sozinho

se ilude.

Não sabe

o que está perdendo... 

 

 

DÚVIDA GRAMATICAL

Zé Ronaldo

 

São é um adjetivo,

um verbo ou um pronome de tratamento?

Sadio é adjetivo,

São é pronome,

Sou é uma incógnita...

 

HAHAHAHA...desculpem-me....

não sei se ficou bacana....mas EU gostei!!!

Abraços...



- Postado por: Zezé Limeira às 12h09 AM
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Ciranda - Cont.

SÃO ÍCONES

Maria José Limeira

 

Os sadios

não têm nada a ver

com os santos

do meu altar:

São Benedito,

São Gabriel

Santo Onofre...

 

Valei-me, Nossa Senhora! 

 

 

UMA COISA LEVA A OUTRA

Thaty Marcondes

 

Escrita boa é a parida

aquela que sai gosmenta de lá de dentro

arrebentando a bolsa

vertendo líquido amniótico

vomitando vermes

afagando monstros

embebedando a lógica

retórica pernóstica e calculada

 

Maria Imaculada me salve:

Pari uma mácula sem ponto nem vírgula! 



- Postado por: Zezé Limeira às 12h06 AM
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Ciranda - Cont.

Dignidade no texto...

Nossa amiga Thaty é uma poetisa conscienciosa. Tudo que ela toca vira ouro. Seus textos são sóbrios e elegantes. E, virgemaria!, é uma leitora exigente.

Em homenagem:

 

DES-ENGONÇOS

Maria José Limeira

 

A dor do parto é alheia.

O adeus é despedida.

À noitinha, temos ceia.

Cicatriz já foi ferida.



- Postado por: Zezé Limeira às 12h04 AM
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Ciranda - Cont.

Nossa, Vixe!!!

Fiquei sem graça aqui...vermelhinha.

Pó pará, moça...

É como diz Leila Míccolis (não me canso de repetir este grande ensinamento): o caráter fica impresso no texto.

Se não vem de dentro, não convence...rs

E uma certa aparadinha sempre vai bem...rs

amei seu texto...vamos continuar? 

(Thaty Marcondes)

 

 

IN-CÊNDIO

Maria José Limeira

 

A dor que rói incendeia.

Dor de parto desanima.

Casa de ferrão, colméia.

Quem mais p(f)ode fica em cima! 



- Postado por: Zezé Limeira às 12h01 AM
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Ciranda - Final

BAIÃO DE DOIS

Thaty Marcondes

 

Luz, holofote, rima

Baião, xaxado, menina,

Se avexe não: é sina

Sai de baixo e vem por cima

Forró só em rede nordestina

Na cama só verniz ou resina 

 

 

XOTE, XAXADO & BAIÃO

Maria José Limeira

 

Chamei o meu cavalheiro

pra na roda dançar xote.

Mas, no meio do terreiro,

ele só dava pinote.

 

No arrasta-pé o xaxado

era bem mais elegante.

Me arrastava meio de lado

como se fosse elefante.

 

Mas na hora avançada,

ao som de alegre baião,

eu fiquei apaixonada

e lhe dei meu coração



- Postado por: Zezé Limeira às 11h58 PM
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Ritual do amigo íntimo

(Diego Remus)

 

um aceno pra vc

um sorriso

um olhar de cumplicidade e vontade

um oi

um aperto de mão

um abraço

um beijo de leve

(pode escolher em qual bochecha)

segurando tua cabeça

e fazendo cafuné na nuca

um suspiro

outro sorriso

um ritmo sincronizado

no peito e na cabeça

palavras das boas

sensações de conforto

um sofá

um carinho

uma bira

um cigarrinho

e até que enfim

um emo tocando

o nosso caminho

para um beijinho

que começa bem devagarinho

e continua detalhista

relaxante e excitante

encantando e animando

risadinhas

essas coisinhas

bobinhas

e gostosinhas

tipo ventinho de menta

soprando na alma

um dia na praia

no sol, na sombra

em algum cantinho

a gente

sente o gostinho

de gostar do outro

ta, querido?

bom ano novo

beijinho nocê

corpinho de anjinho

...........

Fonte:

http://www.hyperverve.blogspot.com



- Postado por: Zezé Limeira às 08h47 PM
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VIDA

Mauricio Requião

 

Quando o dia está frio

E ao invés do sol há o cinza

É que se pode sentir

Que o calor vem de dentro.

 

http://www.textosquaseproibidos.blogger.com.br/



- Postado por: Zezé Limeira às 01h26 AM
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CIÊNCIA

Estima-se que cerca de 60 mil pacientes, no Brasil, são equivocadamente tratados como epilépticos, mas, na verdade, sofrem de problemas de fundo emocional, classificados como histeria, depressão, ansiedade, transtorno bipolar e síndrome do pânico, entre outros. O número é a projeção de uma pesquisa recente em oito centros nacionais credenciados pelo SUS para investigar, localizar o foco da epilepsia e operar pacientes com formas graves da doença.

 

http://nominimo.ibest.com.br



- Postado por: Zezé Limeira às 11h43 AM
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Tudo que me resta dizer

eu já lhe disse mil vezes,

em todas as línguas:

-I love you.

 

(Maria José Limeira)

............ 

 

Maria

a recíproca é verdadeira

e te desejo bom ano

neste repente-galope

para todos eu proclamo

nunca te vi, uma vez

mas duas mil eu te amo.

 

(zémaria)



- Postado por: Zezé Limeira às 10h01 PM
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Mensagem de Fausto Valle

Feliz 2006

 

Aos amigos da Paraiba (faltam-me os endereços de alguns), o meu abraço

e o desejo de um frutífero 2006, tanto em relação às relações

familiares e de amizade, como na seara literária. Ao meu guru, Mariano, à

irrequieta (no bom sentido) Dira, à Maria José Limeira, minha madrinha

literária, à Dôra, a quem dedico grande admiração, elevo os meus pensamentos

nessa virada de ano. Peço a qualquer um de vocês que transfiram os meus

sentimentos ao britânico André Ricardo Aguiar e ao Lau Siqueira, caso

os encontre, porque no momento estou sem o endereço deles.

Tenho acompanhado vocês no Clube do Conto e vejo, com satisfação, que o

clube está crescendo e mostrando novos escritores paraibanos. De

repente, num sábado qualquer, dou as caras por aí, para escutar vocês.

Quem sabe?

Um grande abraço.  

Fausto Rodrigues Valle



- Postado por: Zezé Limeira às 09h57 PM
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BIOGRAFIA
Maria José Limeira (Ferreira) nasceu em João Pessoa-PB, Brasil, fez curso (incompleto) de Filosofia Pura na UFPB. Presa, em 1964, pelas forças da repressão, no Quartel do 15RI, abandonou seus estudos superiores,auto-exilando-se nas cidades do Rio e São Paulo, onde conviveu com os escritores Aguinaldo Silva, Vinicius de Moraes, Assis Brasil, José Edson Gomes. Conheceu, no Rio, o poeta português e crítico literário Arnaldo Saraiva, da cidade do Porto, que dedicou a ela seu livro ""Encontros/Des-encontros, amizade que perdura até hoje. Retornou à Paraíba nos anos 70, quando ingressou no Jornalismo, começando como repórter até chegar a ocupar cargos de Direção em diversos jornais, inclusive no semanário "O Momento", que ajudou a fundar...

Livros publicados:
"Margem", "Aldeia virgem além", "As portas da cidade ameaçada", "O lado escuro do espelho" (contos); "Olho no vidro"(novelas) e "Luva no grito" (romance). Escreveu também peças teatrais, como "Os maloqueiros", "O transplante" e "O alcoólatra". A peça "Os maloqueiros" recebeu Menção Honrosa em concurso de âmbito nacional promovido pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte-MG. Atualmente, escreve um livro de "Memórias".

Outros textos inéditos:
"Contos da escuridão" (contos), "Todos os seres" (poemas longos), "Crônicas do amanhecer" (crônicas). Foi uma das fundadoras, na Paraíba, do Movimento Feminino Pela Anistia (MFPA-Pb), num esforço conjunto com outras entidades pela promulgação da anistia ampla, geral e irrestrita no Brasil. Atualmente reside em João Pessoa-PB.
Quer entrar em contato comigo? Então escreva:
Email: mlimeira_blog@yahoo.com.br