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Meu perfil BRASIL, Nordeste, JOAO PESSOA, MANGABEIRA, Mulher |
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SÉRIE “HOJE EU CHOREI”,
DE AUTORIA DE
MARIA, A PLAGIADORA
Hoje cedo eu chorei, quando encontrei meu pai junto com um tal de Milton transando a céu aberto. E ainda por cima, eu soube que ele é defensor dos direitos humanos, quando, ao contrário, minha profissão é caçar bandidos, as mães dos bandidos, os filhos dos bandidos, as irmãs dos bandidos e a quinta geração dos bandidos, colocá-los tudo dentro de um mesmo saco de gatos e jogá-los dentro da lagoa. Afoguem-se, cambada de cornos! E agora? Que farei se meu paizinho for embora com o Miltinho? Aiaiaiaiaia... Depois escrevo mais, porque agora é impossível, pois estou cega pelas lágrimas...
Saludos.
Maria, a Plagiadora.
Hoje eu chorei quando encontrei uma senhora (de bem, diga-se de passagem), já entradanas idades, tomando chazinhos com as comadres, e organizando um cordão encarnado para matar criminosos nas calçadas (o mínimo, serão 111 mortos, dizia ela). Aiaiaiaia....meudeusdocéu... cortada da população brasileira... Essa senhora, junto com um tal de Ubiratan, vai instalar no país um novo holocausto, porque pra ela ninguém presta, só ela e coronelzinho dos três costados, conhecido matador de bandidos. Me disse ela, que se for instaurada uma ditadura no país, como ela pretende, ela vai lamber as botas dos coronéis.... Depois escrevo mais, esta história é muito comovente. Buuúáááá!!!
Saludos.
Maria, a Plagiadora.
Encontrei hoje aquela Senhora Caça-Bandidos, que me fez as seguintes lamentações:
"Aiaiaiaiai! Hoje eu chorei, porque o amante gay do meu painho queria caçar bandidos e a tchurma dos direitos humanos não deixava... Ah, se fosse possível voltarmos à ditadura militar! Eu lamberia com gosto as botas do coronel Ubiratan, juntaria os subversivos, e os bandidos ladrões tudo num mesmo saco, e os afogaria na lagoa Rodrigo de Freitas. O Caveirão seria meu carro de luxo! Aiaiaiai! Que vida ingrata esta minha nessa democracia.... Não posso mais dizer nada, porque estou sufocada pelas lágrimas. Amanhã digo mais... Buuáááá!!!"
Então, penalizada, eu a consolei:
-Comadre Caça-Bandidos, tenha paciência, que logo logo a ditadura militar volta e a senhora pode lamber as botas do Coronel Ubiratan em paz, sem interferência dos direitos humanos.
E ela se calou.
Saludos.
Maria, a Plagiadora
Os meus textos sub-literatura da Série "Hoje eu chorei"
foram escritos em homenagem aos caçadores de bandidos e de bruxas.
Obrigada aos amigos e amigas, pela "inspiração".
Aproveitem seus dias de glória.
Saludos.
Maria José Limeira.
..........
Fonte: Comunidade “Direitos Humanos”
"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus,
o homem de bem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto "
(Ruy Barbosa, em 1914).
”Os poderosos podem matar
uma, duas ou até três rosas,
mas jamais poderão deter
a primavera”.
(Che Guevara)
A DURA LEI – OU UM CANTO PARA VOCÊS
Marcos Tavares
(Para meu filho Rafael e para Wladimir Herzog, que não conseguiu dar uma Constituição ao seu filho)
1
Rafael,
o que te damos hoje
é uma Constituição.
Ela nos custou
algumas porradas no porão,
alguns dentes a menos
e neuroses a mais.
Custou os pais
de alguns filhos
e os filhos de alguns pais,
que hoje não podem
– como eu –
te dar a Carta da Nação.
2
Rafael,
uma Constituição se faz
menos com palavras
e mais com ações.
A minha geração
criou leis e ditaduras
criadores e criaturas
políticos e polícia.
Escreveu outras Constituições
e no berço esplêndido das paixões
rasgou-as.
Essa que te dou é falha,
errada como tudo que fizemos,
frágil como o tempo que vivemos,
mortal como os Guevaras
que morremos.
Essa que te dou é falha,
uma tralha de Leis,
que inventamos
para que possamos
nos ufanar de uma Nação.
3
Meu filho,
todos são iguais perante a Lei.
É só o que sei que está escrito
e sei a tinta que usaram.
Há sangue respingando,
dentes quebrados,
choques aplicados
para que se fizesse uma Constituição.
Não que ela seja a Carta
que eu queria te dar.
Mas é a Carta promulgada
e contra ela nada
– eu disse nada –
poderá ser feito.
A não ser,
– é teu direito –
que a tua geração
desça de novo ao inferno do porão
e recrie sua própria Constituição.
4
Não há Leis para a concepção,
não há Constituição para o amor.
Nada regula a dor nem o perdão.
Como igualmente a chuva do verão
não precisa de um legislador
para que caia.
Nenhum artigo
obriga que o sol
saia todo dia.
Ninguém marcou
quando inicia a primavera.
Nem as tábuas da Lei
determinaram as eras.
Rafael, não sei o que você espera
desta nação.
Essa fratura exposta na América
esse incontinente país
de irmãos bastardos.
Não sei o que te dirá
esta Constituição
esse remédio tardo
essa doença antiga
essa maleita amiga
a arrepiar de civismo nossos pêlos.
Não sou eu a te fazer apelos
de fuzil na mão.
Nem a te falar de auri-verde pendão
ou Pátria amada.
Idolatrada hora
da razão.
5
Não sou o pai
sou o irmão.
Ambos cidadãos
deste País Brasil.
Ambos Tiradentes
de um abril qualquer.
Pedros primeiros
sem espada.
Ambos legisladores
e guardiões
dessa Lei promulgada.
E ambos,
sem entender nada.
(Da antologia “Autores paraibanos – Poesia”, Editora Grafiset, João Pessoa-PB, 2006).
O medo é um instrumento fundamental do fascismo.
(Paulo Mendes Rocha, arquiteto)
ORAÇÃO PARA MARILYN MONROE
(Ernesto Cardenal)
Senhor
recebe esta moça conhecida em toda a terra pelo nome
de Marilyn Monroe
ainda que este não seja o seu nome verdadeiro
(mas Tu conheces o seu nome verdadeiro, o da pequena orfã).
violentada aos 9 anos,
a empregadinha de loja que quis se matar aos 16
e agora se apresenta diante de Ti sem nenhuma maquilagem
Sem seu Agente de Imprensa
Sem fotógrafos e sem assinar autógrafos
sozinha como um astronauta diante da noite espacial.
Ela sonhou quando menina que estava nua em uma igreja
(de acordo com a Time)
diante de uma multidão prostrada, com as cabeças no chão
e tinha que caminhar na ponta dos pés para não pisar nas cabeças.
Tu conheces nossos sonhos melhor que os psiquiatras.
Igreja, casa, cova, são a segurança do seio materno
mas também é mais que isso.
As cabeças são os admiradores, é claro
(a massa de cabeças na escuridão debaixo de um jorro de luz).
Porém o templo não são os estúdios da 20th Century Fox
que fizeram de Tua casa de oração um covil de ladrões.
Senhor
neste mundo contaminado de pecados e radioatividade
Tu não culparás apenas uma empregadinha de loja.
Que como toda empregadinha de loja sonhou ser estrela de cinema.
E o sonho foi realidade (mas como a realidade do technicolor).
Ela apenas representou de acordo com o script que lhe demos
--O de nossas próprias vidas-- E era um script absurdo.
Perdoa-lhe Senhor e nos perdoa
por nossa 20th Century
por esta Colossal Super Produção em que todos trabalhamos
Ela tinha fome de amor e oferecemos tranqüilizantes.
Pela tristeza de não sermos santos
recomendamos a Psicanálise.
Lembra-Te Senhor do seu crescente pavor da câmara
E seu ódio à maquilagem – insistindo em maquilar-se a cada cena –
e como se foi fazendo maior o horror
e maior a impontualidade nos estúdios.
Como toda empregadinha de loja
sonhou ser estrela de cinema.
E sua vida foi irreal quanto um sonho que um psiquiatra interpreta e arquiva.
Seus romances foram um beijo com os olhos fechados
que quando se abrem os olhos
descobrem-se embaixo de refletores
e os refletores se apagam.
E as duas paredes do quarto se desmontam (eram um set de cinema)
enquanto o Diretor se afasta com suas anotações
porque a cena já foi rodada.
Ou como uma viagem de iate, um beijo em Singapura, um baile no Rio
a recepção na mansão do Duque e da Duquesa de Windsor
vistas da sala do apartamento miserável.
O filme acabou sem o beijo final.
Acharam-na morta em sua cama com a mão ao telefone
E os detetives não souberam a quem ia chamar.
Foi
como alguém que discou o número da única voz amiga
e ouve apenas a voz de uma gravação dizendo: Wrong Number
Ou como alguém que ferido pelos gangsters
estende a mão para um telefone desligado.
Senhor
quem quer que tenha sido a quem ela chamava
e não chamou (talvez ninguém
ou era Alguém cujo número não se encontra na Lista de Los Angeles)
atende Tu ao telefone.
(tradução:. Celso Japiassu)
........
Fonte:
http://www.umacoisaeoutra.com.br/literatura/traducao.htm
O HERMAFRODITA
Rodrigo de Souza Leão
Nunca pensei em cortar os pulsos. O pulso é parte da mão, a coisa que vem em segundo lugar, mas é importante para a minha manifestação artística. Entrei na Universidade e a mulherada começava a dar em cima de mim. Eu levava algumas para casa só para papai pensar que eu estava namorando. Comprei uma máquina fotográfica e fiz um álbum da cabelada. Só tinha boceta. Era uma maravilha. As mulheres se deixavam fotografar até eu ganhar um processo no sindicato por não ser fotógrafo profissional. Passei a usar uma luneta para vasculhar a vida alheia. Era pau na mão e luneta no olho. Maravilha. Mas o mundo me condena e ninguém tem pena. Ganhei um murro do vizinho quando ele me viu espancando o macaco através de uma outra luneta, esta em sua casa. Tudo bem. O vídeo foi feito pra quê? Os amantes da masturbatória devem pensar que só falo em mim e nas minhas experiências. Só me importo comigo, com o que falo e com o meu falo. Nunca roubei nada. Nunca cometi nenhum crime. Não matei e não feri mandamento. Sou um punheteiro. Formei-me. Fui demitido de vários empregos. Meu pai colocou uma micro-câmera no meu quarto e ficou observando-me por um mês. Revoltado com o que viu, no dia do meu aniversário de quarenta anos, ele me internou num sanatório. Estou sendo tratado numa cama onde minhas mãos estão amarradas e não posso me masturbar. Não é a mesma coisa pensar em mulher e gozar com a força da mente. Quero sentir o meu pênis sendo tocado por mim mesmo. Num falo. Num como. Num gozo. Num nada. Só queria sentir mais uma vez aquele líquido branco e quente inundando a minha mão e me fazendo tremer sem ser eletro-choque.
[Publicado na revista Oroboro número 5]
Fonte: http://lowcura.blogspot.com/
A ONU deu uma chamada na Justiça de Portugal por permitir castigos corporais nas escolas do país. Imaginem se a ONU resolve dar uma olhada nas escolas brasileiras...
O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, em Portugal, protestou contra uma decisão da justiça do país de aceitar castigos corporais como parte da educação infantil.
Leia completo
http://gloria.reis.blog.uol.com.br/
Na saga dos sem-terrinha, um retrato do Brasil
ALCEU LUÍS CASTILHO | correspondente da APJ em Brasília
Esfriava no gramado do Congresso, no fim da tarde de terça-feira em Brasília, e o menino Douglas de Freitas, de apenas cinco meses, era o retrato do país. Nos braços do pai, e ao lado das irmãs Vitória e Ana Carolina, de 4 e 6 anos, ambas com saias e tops curtos nos únicos dias de inverno de Brasília, ele estava enrolado de modo improvisado em alguns panos, cercado de PMs. Sua única sorte era estar no período de amamentação. À 1 hora da quarta-feira,
A saga dos sem-terrinha detidos pela polícia - dez crianças e 32 adolescentes - mostrou que a irracionalidade no Planalto não se restringiu aos sem-terra do MLST que invadiram o Congresso, depredaram patrimônio público ou agrediram seguranças. Do pôr-do-sol com tintas militares até a madrugada faminta, os "sem-culpa" foram duplamente vítimas: da negligência de pais ou líderes, que os levaram a uma batalha campal em plena sede do Legislativo, ao descaso inclassificável do poder público, em suas várias esferas.
Douglas, Vitória e Ana saíram de Itaderaí (GO), a seis horas da capital. Divino de Freitas, pai dele e padastro das meninas, contou, no fim da tarde, que todos estavam sem comer desde as 4 horas. "No acampamento estamos há quatro meses sem receber cestas básicas", disse. Filho de um policial militar de Goiás Velho, já falecido, Divino ficou preso no ginásio Nilson Nelson enquanto Divina Sebastiana de Souza acompanhava os três filhos à Delegacia da Criança e do Adolescente.
Desde o fim da tarde, no gramado, as crianças e adolescentes foram tratados indistintamente, em meio aos mais de 500 presos, a mando do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP). Ficaram no fim da fila, não tiveram ônibus separados, amparo de promotores da infância, assistentes sociais ou atenção da mídia. Ao entrarem nos ônibus da PM, ouviam dos policiais, como todo mundo: "Senta, abaixa a cabeça e põe os braços para a frente".
Ketlen, com 9 anos e golfinhos desenhados no lenço sobre a cabeça, saiu na manhã da segunda-feira de Açailândia (MA), para chegar às 11 horas da terça. "Trouxe ela porque o sonho dela era conhecer Brasília", conta a avó, Maria Gorete de Sousa. Para participar da invasão na Câmara, Gorete deixou a menina com uma vizinha. "Estou assustada", disse Ketlen no início da noite, enquanto os PMs fechavam cada vez mais o cerco sobre os sem-terra, encurralados. "Tenho medo desses policiais". Se estava gostando de Brasília? "Estava".
Somente às 20 horas os policiais terminaram a prisão
Pouco depois chegava o representante da Justiça, o comissário Eustáquio Coutinho - cerca de sete horas depois do início da confusão, transmitida nacionalmente. Em sua sala, o delegado-chefe José Adão Rezende declarava-se impotente diante do frio e fome das crianças. "Você quer que faça o quê, encomende lanches do McDonalds? Que eu leve todos para o sofá da minha casa?"
Comida de presídio
Do lado de fora da sala estavam amontoados as 13 adolescentes, uma delas grávida, e os 19 rapazes (entre 12 e 17 anos). Eles só saíram à 1h45 da quarta-feira, após prestarem depoimento, em que negavam ter conhecimento de planos para a invasão. "Você ainda deu sorte", disse depois ao delegado o coronel Weslei Maretti, comandante de toda a operação policial, pelo governo do DF. "Lá no ginásio ninguém quis falar nada".
Horas antes de os adolescentes serem liberados, o delegado Rezende adiantava que isso ocorreria. Mas era preciso "cumprir as formalidades". O descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente prosseguia sem ressalvas, para o desespero de Amarildo Fiorentini, funcionário da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. "Não sei o que fizeram no Congresso, pois estava viajando e vim direto para cá. Mas nunca vi uma coisa absurda dessas. Isso me deixa uma pessoa impotente, que não acredita mais em nada".
Amarildo viu os adolescentes amontoados no chão da delegacia e as crianças tremendo no ônibus. O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, enviou vários funcionários ao local, entre eles a relações públicas Silvia Mergulhão e o coordenador administrativo Pedro Pellegrini, todos com o mesmo discurso do delegado Rezende e de todos os policiais envolvidos. "A culpa é dos pais, que os colocaram nessa situação".
A ausência de parlamentares só não foi completa porque, no gramado do Congresso, três deputados do Psol (Maninha, do DF, João Alfredo, do Ceará, e Ivan Valente, de São Paulo) e um do PT (Paulo Rubens Santiago, de Pernambuco), acompanhavam a megaprisão. "Só vi algo assim em 1969, quando estudava na UnB e saímos todos de mão para cima, em fila indiana", contava a deputada Maninha.
A força do anonimato
Na cidade em que 81 senadores alternam diariamente as sessões no plenário com o suculento cafezinho da Casa, os 42 adolescentes e crianças seguiram com fome até a 1 hora, quando finalmente chegou a "quentinha": arroz, batata, salsicha e farofa, diretamente enviados do presídio da Papuda. "Nenhum outro lugar em Brasília teria 500 quentinhas", alegaram os representantes da Câmara. "Mas e 42 quentinhas?" - a pergunta ficou sem resposta.
Mergulhão e Pellegrini logo tomaram a iniciativa de distribuir as marmitas. Desistiram, pois estavam quentes demais. Todos decidiram então que se comeria no Guará, na sede do MLST, para onde finalmente mães e crianças foram liberadas. Os adolescentes iriam depois para um abrigo - vários deles sob o risco de por lá ficar, por falta de documentação e presença dos responsáveis em Brasília.
Ao mesmo tempo em que chegava a comida de presidiário, eis que eram finalmente distribuídas roupas - agasalhos, casacos, camisas de manga comprida, moletons. O suficiente, porém, só para abrigar as dez crianças. Diante da curiosidade do repórter pela demora, a surpresa: nada fora enviado pelo SOS Criança. "Somos vizinhos", declararam os anônimos doadores voluntários. "Vimos a situação no Congresso e decidimos, por causa das crianças, ver o que estava acontecendo".
Quando o ônibus com as crianças finalmente saiu, acompanhado de uma viatura, cidadãos brasileiros como o bebê Douglas, Vitória, Ana, Ketlen, Jederson (9 anos), Aline (11 anos) dormiam ou olhavam pela janela, entre curiosos e assustados. Mas logo o ônibus teve de parar. Diante do frio, o motorista da viatura não conseguia ligar o motor. A assistente social Ana Carter deu uma larga risada: "Só faltava essa!"
O delegado e o coronel, Mergulhão e Pellegrini ficaram aliviados: o carro acabou pegando no tranco. A transferência dos adolescentes se deu sem problemas - mas com todos tiritando de frio. Um menino de 12 anos, encolhido, preferia cobrir a cabeça para não ser fotografado.
Sempre muito sintética, Ana esclareceu prontamente, ainda que com tom ligeiramente sarcástico, o motivo de o Estado não ter fornecido os agasalhos: "Porque não temos?.
Fonte: http://www.jj.com.br/jj2/politica/politica08062006-01.html
GLORIOSA POESIA!
Maria José Limeira
Ah! Gloriosa Poesia!
Com quantas palavras
me dizes do verbo amar!
Sem te importares
se odeio ou amo!